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Consultoria de expansão de redes

A casa: desde quando, quantos somos e como atendemos

Consultoria aberta em 2016; hoje somos doze pessoas e atendemos redes de alimentação, serviços e varejo que abrem praça fora da cidade de origem.

A consultoria foi aberta em 2016 por dois sócios que vinham da operação de rede — um da área de expansão, outra da gestão de lojas próprias. Fazemos um serviço só: preparar a abertura de unidades fora da cidade de origem da marca, do estudo da praça ao terceiro mês de porta aberta.

Somos doze pessoas: quatro consultores de campo que fazem a leitura de rua e a vistoria, dois arquitetos que avaliam imóvel e layout, duas pessoas de documentação e licenças, uma advogada de contratos e três no apoio de cronograma. Cada praça tem um consultor responsável, e a pasta final é revisada por um sócio antes de ser entregue.

Atendemos redes de alimentação, serviços e varejo com no mínimo duas unidades em funcionamento, e também marcas que vão abrir a primeira unidade operada por parceiro. Trabalhamos por praça: cada cidade estudada tem contrato, calendário e número de idas a campo definidos por escrito.

O que não fazemos: não fazemos corretagem de imóvel nem recebemos comissão de locador, não indicamos parceiro nem intermediamos a escolha dele, não executamos obra e não assinamos contrato de aluguel em nome de ninguém. Quando a leitura da praça mostra que não é hora de abrir ali, entregamos o relatório com essa conclusão e encerramos o trabalho.

Duas pessoas comparando plantas de imóveis sobre a mesa de reunião

Cidade antes de endereço

O imóvel é o último item; quem inverte a ordem ajusta a operação ao que apareceu primeiro.

Campo em dois horários

A mesma rua às onze e às oito da noite é, para efeito prático, duas ruas diferentes.

Ficha assinada

Vistoria sem assinatura e sem foto datada vira lembrança, e lembrança não resolve obra.

Padrão que sobrevive

O manual adaptado marca em outra cor o que muda, para a rede não perder de vista o que é seu.

Serviços

Cinco serviços, na ordem em que a praça costuma pedir

Quem já escolheu a cidade contrata a partir do segundo; quem está começando contrata os cinco em sequência. O escopo e o calendário ficam escritos na proposta, com a quantidade de idas a campo definida.

Leitura 1

Estudo de praça e leitura do ponto

Recorte da cidade em duas ou três regiões, campo em horários diferentes com contagem de passagem na calçada, conversa com corretor, fornecedor e lojista da mesma rua, e a vistoria dos imóveis candidatos com ficha assinada e fotos datadas.

Leitura 2

Manual de abertura da unidade

O padrão da rede traduzido para a praça: cardápio ou mix, horário, escala, fornecedor local e layout de salão. O que muda em relação à matriz fica marcado em outra cor, para a rede não perder de vista o que é seu.

Leitura 3

Requisitos e contrato de parceiro

O perfil de quem pode operar a unidade, a lista de documentos que ele apresenta, as obrigações de cada lado e a minuta de contrato, que segue para o advogado da rede fechar.

Leitura 4

Cronograma de lançamento semana a semana

Da assinatura do aluguel à véspera da abertura: obra, licenças, compras, contratação e treinamento distribuídos por semana, cada linha com responsável e documento a providenciar.

Leitura 5

Acompanhamento dos primeiros meses

Visitas na primeira, quarta e décima segunda semana de porta aberta, com ajuste de escala, conferência do padrão e uma ata por visita com o que ficou pendente.

Casos de praça

Três colunas: o que pediram, o que fizemos, o que ficou

Trabalhos concluídos nas últimas temporadas, publicados com o aval de cada rede. Os nomes das casas ficam de fora a pedido delas.

Casa de massas com fornecedor único

Capital, bairro de escritórios

Levantamos quem entrega na região no horário que a cozinha precisa e conversamos com três distribuidores da própria rua.

Ficou na mão
Lista de fornecedores locais com horário de entrega e o padrão de recebimento escrito.

Rede de cafés com padrão de fachada rígido

Rua de comércio tombado

Lemos o código de posturas do município e ajustamos o padrão de letreiro ao que a rua permite, sem descaracterizar a marca.

Ficou na mão
Parecer sobre fachada, desenho alternativo e o caminho de aprovação na prefeitura.

Operação de almoço querendo entrar em shopping

Praça de alimentação

Comparamos o manual de operação da casa com o regulamento do empreendimento e marcamos linha por linha o que teria de mudar.

Ficou na mão
Manual adaptado, matriz do que muda e o que se mantém, e a lista de exigências do condomínio.

Churrascaria abrindo em outra cidade

Litoral, movimento sazonal

Separamos o calendário da praça em alta e baixa temporada e escrevemos duas escalas de equipe, uma para cada período.

Ficou na mão
Cronograma de abertura fora da temporada e as duas escalas prontas para rodar.

Conte qual cidade está na mesa

12
praças estudadas no ano
4
idas a campo por praça
5
semanas até o plano de abertura
9
redes acompanhadas hoje

Devolvemos, antes de qualquer proposta fechada, um recorte de regiões daquela cidade em uma página, com o motivo de cada uma e o que precisaríamos ver na rua.

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